sábado, 10 de dezembro de 2011

Ao sal


Boa noite,


Há um bom tempo penso em escrever sobre o sal e hoje, vi oportunidade única.
Sim, sobre esse individuo nefasto, principalmente aos hipertensos e aos que acreditam na alimentação, não diria orgânica, pois tudo é, até o pensamento, mas pensando na importância que hoje se chama ecologia.
Mas sempre, como um bom pelotense: na elegância. 
Pensando no sal, aquele objeto formulado por poucas letras: NaOH (sempre esqueço quem é o mais e quem o menos) que na verdade, tenta significar a união perfeita entre o ânion e ao cátion, ou a vários, pois se diluído em H2O, muda, sabelô. Afinal, composto iônico.
Não importando, és o sal. Portanto vou tentar escrever uma longa fórmula, pois na sua sede de transformação, fazes gostosuras feitas por ti mesmo e que tendem acabar, pois não vales mais nada, oh sal!
Veja no que te transformastes: Num padrão, redigido em mg/.
O que seria de Marco Polo senão existisses? Então... Aí vai Sallllllll.

Sal
Um dia fosses salário, hoje: otário, talvez ilário, mas Sal... Ainda continuas a todos incomodar.
Porque será?
Ivan

O interessante é que o sal diluído em água, o que nós somos, conserva. Esta é a grande piada.
Acho que consegui escrever sobre o maldito. kakaka (potássio! Que também é um sal)
Comida

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