sábado, 31 de dezembro de 2011

ODOIÁ!



No tempo, na sabedoria de Iroco,
aprendi o enroscar.
Ao teu peito,
pois assim perfeito, sempre pensei no amar.

Ha! Quantos outros houveram, ou os tiveram
que mesmo com defeitos,
o amor trouxeram o alegrar, o acariciar...

Na minha forma de ser, mesmo sem jeito,
nem pensar em disfarçar de não gostar. Te abandonar,
terminar. O que seria de mim sem o gosto do amar.

Por isso, no fundo, as mulheres sempre me levaram ao leito sem pestanejar.
O peito que amamenta trazendo o nutrir:
O crescer, o resguardar para espiritualizar.

Elas, nesse ato, te fazem mago na vontade de nunca abandonar.
Por isso, peço a Olorum proteção a nossa grande Iyá, para que os Orixás possam desembarcar no iluminar.
Salve mãe Iemanjá! Rainha dos mares.

Senhora formosa que criou os mares e tudo que venha de lá.
E que o ano te receba para poder a nós todos despertar.
Odoiá!

Ivan


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