domingo, 2 de junho de 2013

Numa saúde oculta brasileira

Numa saúde oculta brasileira.
Leiam, por favor!
Têm coisas que eu posso falar com propriedade e uma delas é alimentação. Na década de 70, fui trabalhar em uma empresa inglesa. Talvez eu tenha sido um dos primeiros a mexer com cromatógrafo de gás,rss. Esta empresa importava carne conservada para o seu país e queria ficar longe da contaminação, principalmente química, que muito existia na época. Detalhe: A Faculdade de Agronomia de Pelotas foi pioneira em tratar deste assunto, criando um receituário agronômico.
Aí fui para a Universidade, um mundo diferente. Então eu acho que eu tenho cacife e probidade em falar. Tenho me preocupado muito com o leite, pois esse é o alimento da população mais frágil, ou seja, crianças e velhos.
Acho que existe uma despreocupação por muitas partes. O governo não tem poder, não tem pessoas, falta gente para trabalhar, num país de gente que precisa de trabalho.
Mas a indústria alimentícia brasileira é a maior culpada, por não fiscalizar o produto que entra na sua fábrica. E aí, eu vou mais longe. Penso nas crianças que morrem na agricultura familiar que são obrigadas a colocar veneno no fumo.
Tenho lido vários artigos indo pela linha da fraude no leite, que sempre existiu. Imagine acordar ou antes de dormir, tomar seu produto lácteo, ou aquecer seu leite achando que vai ter uma noite ou um dia tranqüilo.
Imagine a maçã ou banana que vais comer no meio da manhã. Tudo contaminado! Por isso os ingleses confiavam nas minhas análises, pois as carnes processadas tinham um laudo sério do quanto tinha de contaminação de BHC e DDT.
Por isso minha preocupação.
Prof. Dr. Ivan Domingos Carvalho Santos

Nenhum comentário: