Há 28 anos, ou haverá?
Neste tempo, eu era um filhote sem entender o que teria nos meus braços a ter...
Ah, 28 anos...
Será que quase 30?
Transformaram-me em pai responsável? Ou ao indignável do ser...
Lembro daquela criança em meus braços recém parida,
Numa noite muito sofrida...
Pois eu, aos 27, era uma criança sem saber o significado do que a vida me traria a viver.
Hoje, só queria uma coisa: abraçar minha filha, minha primeira mulher de verdade que em meus braços muito chorou. E eu? Acalentar.
Mas o destino nos traz outras coisas que o mundo pra todos irá levar, mudar.
Ah, 28 anos... Ser pai, sem sabê-lo ser.
Ivan 24/11/11

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