sábado, 15 de outubro de 2011

O Verbo

Discutir o verbo.
Acho que ficamos presos a, ou em, várias línguas, mas não na nossa, ou seja, na verdadeira ao falar.
Por isso faço uma provocação.




O que teremos a entender.

Acho que tenho "é" uma vida recorrente,
Mas não vivente deste mundo que teima em existir.
Acho eu...

Talvez o ferro nos leve ao inferno a ferroar.
Pra entender o que possamos até "assar".
O ao o quanto iremos existir?

Somos, e seremos sempre, velhos há "cozinhar", "assar".
Enferrujados. Ou mal encarados?
Sempre velhos rabugentos, sem ter o que dizer. 

Há o explicar; ou só o brincar?
O que somos? Ou seremos? Sererás [(do verbo viver. Existiras ao ser, ou viverás?) conjugue os verbos, ou invente-os... Pois será que sempre teremos uma língua portuguesa num país indígena a nos explicar?]. Sereremos sempre assim?

Oh! Sereno, o que fazer de mim?
Um universo perfeito! Como assim?
Talvez a licença poética nos dê a liberdade do inventar. Ou até verbar...

O que seremos? Pra onde iremos?
Ou só iremos passar?
Ou ireremos, Ao mundo perfeito que quer nos libertar?

Ivan

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