Discutir o verbo.
Acho que ficamos presos a, ou em, várias línguas, mas não na nossa, ou seja, na verdadeira ao falar.
Por isso faço uma provocação.

Acho que ficamos presos a, ou em, várias línguas, mas não na nossa, ou seja, na verdadeira ao falar.
Por isso faço uma provocação.

O que teremos a entender.
Acho que tenho "é" uma vida recorrente,
Mas não vivente deste mundo que teima em existir.
Acho eu...
Talvez o ferro nos leve ao inferno a ferroar.
Pra entender o que possamos até "assar".
O ao o quanto iremos existir?
Somos, e seremos sempre, velhos há "cozinhar", "assar".
Enferrujados. Ou mal encarados?
Sempre velhos rabugentos, sem ter o que dizer.
Há o explicar; ou só o brincar?
O que somos? Ou seremos? Sererás [(do verbo viver. Existiras ao ser, ou viverás?) conjugue os verbos, ou invente-os... Pois será que sempre teremos uma língua portuguesa num país indígena a nos explicar?]. Sereremos sempre assim?
Oh! Sereno, o que fazer de mim?
Um universo perfeito! Como assim?
Talvez a licença poética nos dê a liberdade do inventar. Ou até verbar...
O que seremos? Pra onde iremos?
Ou só iremos passar?
Ou ireremos, Ao mundo perfeito que quer nos libertar?
Ivan
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