Esta, por exemplo, têm mais que 100 anos, portanto muito já viu.Outro dia esteva em aula e escrevi mais bobagens... rsss
Todo mundo precisa comer... E basta!
Hoje dei aula...
Na dificuldade da alma.
Tenho, por dissabor, ou dor, duas alunas portuguesas.
Há? como resolver? Sei lá...
Brio
... Sabe o próprio? Abriu?
Pois como Deuses, sabem há aonde irás parar, ou Paraná...
Escolha seu mundo,
Para que ao menos possamos o E de (I)tender para Saber de onde, O quê?
Saravá!
Sabem-se aonde esses Deuses irão parar...
Saberemos nós, pois, na grandeza... Há! Há uma grande beleza, que só Olorum pode morar.
Saberemos se esta, a “Belleza”, dos que têm à mesa, sei lá se satisfará.
Sabe lá...
Mas sei... Que um dia saberemos como existirmos Lá,
Sabe lá...
Viemos todos obrigados? Amarrados? Sem ter o que beber ou pelo menos tomar...
Se pensar na biologia: são milhões de espermas para um óvulo fecundar.
Tomar, pra mim, é palavra triste de usar.
Mas talvez minhas alunas, as portuguesas, vicem como é o meu entender a língua para trazer o explicar.
Que viessem ao menos trazer o reconhecer para onde o português pudesse levar.
Acho que me ajudaram muito, pois...
Sabe lá meu Olorum, para onde enveredemos, ou enveredamos,
Pra onde meu Deus, deixemos o entristecer...
Pra onde existamos o enobrecer.
Pra onde meus filhos possam por ti engrandecer
Pra onde meu DEUS?
Haverá esse lugar?
Ivan (05/12/2010)
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