Hoje me lembrei de um amigo, na verdade, um grande amigo: HASIEL PEREIRA.
“Malandro que é malandro, na hora do afogamento abraça até pescoço de jacaré...”
Vai mais uma de Cascudo (me aguente... HAHAHA):
E, na sequência, quando discorre sobre o assunto, cita um exemplo maravilhoso de Leonardo Motta (1921) que transcreve os versos de Matias Carneiro, de Limoeiro, dando suas preferências gastronômicas e estéticas:
Do açude a curimatã,
(Diz os filhos da Candinha),
Do campo a vaca maninha,
Feita um frito de manhã,
Das aves a maracanã,
Do home a mulher bonita,
Do enfeite o laço de fita,
Da moça bonita o beijo,
Do milho verde a canjica.
Da desmancha a tapioca,
Da festa a galinha cheia,
Do gado miunça a ovêia,
Das flores o bogari,
Do mel de abelha o inxurí,
Das noivas a que for rica,
Das Marias a marica,
Da cantoria a “ligeira”,
Do roçado a macaxeira,
Da macambira a farinha,
Do croata o beiju,
Da massa de coco o pão,
Da mucunã o angu,
A melhor de todas quatro
Croata comida cru!
Yuri: ESCREVA!!!

3 comentários:
Essa do malandro me lembrou uma palestra de Richard Simonetti:
"Se malandro soubesse que fazer o bem é tão bom,faria só por malandragem."
Bom dia
Te amo
Diva
Adorei!
Mano
Te amo, pois aos poucos vou entendendo essa po... de blog hahaha
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